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"Um homem íntegro, que amava a família acima de tudo, e que tinha muito amor a Israel. Primava sempre pela sinceridade e pela verdade". - Francisco Milman

 

Jornalista. Professor. Filósofo.

Em memória de Luis Milman é uma homenagem ao renomado intelectual gaúcho Luis Milman, um dos mais talentosos repórteres de sua geração, reunindo textos e artigos de sua autoria.

 

História de uma vida

Natural de Porto Alegre, atuou como repórter da Folha da Manhã e de Zero Hora nas décadas de 1970 e 1980.


Foi correspondente da revista Veja em Israel, colaborador dos jornais O Estado de São Paulo, Correio Braziliense, das revistas IstoÉ e Shalom e de sites jornalísticos como Observatório da Imprensa, Videversus e Mídia sem Máscara.


Por muitos anos, foi conselheiro do Movimento de Justiça e Direitos Humanos, organização não-governamental fundada em 1979 por Jair Krischke, e ativista da luta antissemitismo.

Milman foi um dos que moveu processo que resultou na condenação de Siegfried Ellwanger, editor e proprietário da Editora Revisão, que publicava livros neonazistas no RS. 

Formado em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), era mestre em Filosofia da Linguagem pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutor em Filosofia da Mente pela Universidade de Tel Aviv e pela UFRGS. Milman atuou também como professor de filosofia e de jornalismo na UFRGS, na PUCRS e na Universidade de Caxias do Sul (UCS). 

Aposentado desde 2014, passou os últimos anos se dedicando à publicação de artigos em diferentes revistas, dando palestras e trabalhando na divulgação de seus livros.

É autor de A Natureza dos Símbolos: Explorações Semântico-Filosóficas (1999), Neonazismo, Negacionismo e Extremismo Político (2000), Ensaios sobre o Antissemitismo Contemporâneo — Dos mitos e da crítica aos tribunais (2004) e Breviário Crítico da Irrazão Delirante (2009).

Luis Milman faleceu no dia 30 de Setembro de 2018.